Manaus registra a pior seca em 121 anos, nesta segunda-feira (16), data em que o Rio Negro marca 13,59 metros. Fotos, que mostram o antes e depois, revelam cenários criados pela vazante histórica em pontos da orla da capital.
Segundo o Porto de Manaus, que mede o nível do Rio Negro desde 1902, essa é a pior seca registrada em Manaus. Até então, a maior vazante já registrada tinha sido em 2010, ano em que o Rio Negro desceu para 13,63 metros.
Em 2023, em quase toda a orla da capital, o cenário é o mesmo: rio “sumiu” e deu lugar a bancos de areia e pequenos filetes de água.
Desde o fim de setembro, a Prefeitura de Manaus decretou situação de emergência na capital. Naquele mês, o Rio Negro media pouco mais de 16 metros, três metros a mais do que o registrado atualmente.
Veja as fotos do antes e depois da seca histórica de 2023 em Manaus
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| Régua do Rio Negro durante a cheia história e régua durante a seca histórica. — Foto 1: Leandro Guedes/Rede Amazônica — Foto 2: Carolina França/Rede Amazônica |
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| Régua do Rio Negro durante a cheia história e régua durante a seca histórica. — Foto 1: Leandro Guedes/Rede Amazônica — Foto 2: Carolina França/Rede Amazônica |
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| Porto de Manaus durante a cheia e Porto de Manaus durante a seca. — Foto 1: Divulgação — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| Porto de Manaus durante a cheia e Porto de Manaus durante a seca. — Foto 1: Divulgação — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| Rio Negro cheio e Rio Negro durante a seca. — Foto 1: Rede Amazônica — Foto 2: Michel Castro/Rede Amazônica |
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| Rio Negro cheio e Rio Negro durante a seca. — Foto 1: Rede Amazônica — Foto 2: Michel Castro/Rede Amazônica |
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Educandos durante a seca — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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Educandos durante a seca — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| Rio Negro cheio na comunidade Tumbira e Rio Negro seco na mesma comunidade. — Foto 1: Lucas Bonny / Tadeu Rocha — Foto 2: Divulgação/FAS |
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| Rio Negro cheio na comunidade Tumbira e Rio Negro seco na mesma comunidade. — Foto 1: Lucas Bonny / Tadeu Rocha — Foto 2: Divulgação/FAS |
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| Encontro das Águas teve o cenário alterado. — Foto 1: Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| Encontro das Águas teve o cenário alterado. — Foto 1: Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| ponta Negra precisou ser interditada devido a seca. — Foto 1: Rede Amazônica — Foto 2: Divulgação/Núcleo de Comunicação SGB |
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| ponta Negra precisou ser interditada devido a seca. — Foto 1: Rede Amazônica — Foto 2: Divulgação/Núcleo de Comunicação SGB |
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| Marina do Davi — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: Matheus Castro/g1 |
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| Marina do Davi — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: Matheus Castro/g1 |
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| — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |
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| — Foto 1: William Duarte/Rede Amazônica — Foto 2: William Duarte/Rede Amazônica |