sábado, março 7, 2026
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Vôce não vai acreditar o que Suzane Von Richthofen viu nesta imagem

 

Vôce não vai acreditar o que Suzane Von Richthofen viu nesta imagem

Os profissionais da psicologia e da psiquiatria ainda enfrentam desafios para compreender as profundezas da mente humana, principalmente quando se trata de investigar as motivações que impulsionam os criminosos. Esta técnica usa uma variedade de testes, protocolos e questionários, incluindo o famoso Teste de Rorschach.

O livro de Damion Searls “Teste de Rorschach” relata a maneira como Hermann Rorschach combinou a arte e a ciência para criar uma ferramenta de pesquisa que continua sendo utilizada até hoje. O teste, que usa manchas de tinta para examinar a mente unindo a arte e a ciência. 

O uso do teste de Rorschach

As variações cognitivas e de personalidade são o principal objetivo do teste. Ele ajuda an identificar impulsos, tendências responsivas, operações cognitivas, afetividade e percepções pessoais e interpessoais. 
Trata-se de um teste projetivo, ou seja, uma abordagem baseada na hipótese projetiva, em que o indivíduo examinado tenta organizar informações ambíguas projetando aspectos de sua personalidade a partir dessa interpretação. Após isso, o psicólogo que conduziu o teste tem a capacidade de explicar o que levou a pessoa a dar essas respostas.
O conceito freudiano da projeção diz que uma pessoa atribui inconscientemente características negativas à sua personalidade como um mecanismo de defesa. Esta é a base da hipótese projetiva, que é a base do Teste de Rorschach. Além disso, determinadas características da personalidade, necessidades e experiências de vida tendem an afetar an interpretação de estímulos ambíguos na projeção generalizada ou assimilativa.
De acordo com seus defensores, dois dos principais benefícios dos testes projetivos em relação aos testes estruturados são a capacidade de enganar os mecanismos de defesa do indivíduo e permitir que o intérprete – um psicólogo que interpreta os resultados – tenha acesso a conteúdos que não estão acessíveis à consciência do indivíduo que está sendo testado.
O Teste de Rorschach é usado principalmente por psicólogos nos Estados Unidos. Em 36% dos casos, os psicólogos forenses o usam. O Teste é usado não apenas na criminologia, mas também em clínicas de psicologia, escolas e guardas familiares.

Caso Richthofen e Teste de Rorschach

O livro “Suzane – Assassina e Manipuladora”, escrito pelo jornalista Ullisses Campbell, revela a vida de Suzane von Richthofen, que foi condenada a morte de seus pais em 2012.
Conta, por exemplo, que aos 30 anos — hoje ela tem 39 — Suzane fez um teste psicológico a seu pedido, para a Justiça determinar se ela poderia ir para um regime mais leve de prisão. Tentou seduzir o psicólogo durante an avaliação.
“Perfumou-se, ofereceu água e café para o psicólogo, e na frente dele fez um coque meio bagunçado no cabelo. Campbell escreve no livro: “(…) Disse, com voz macia, “Nossa, você é jovem!”
Ela foi submetida a um exame, que foi realizado três vezes, que consistia em dez pranchas contendo imagens abstratas. Ela era obrigada a examiná-las e expressar suas percepções sobre elas. Campbell explica que as respostas projetam aspectos da personalidade, incluindo alguns que o analisado não quer que venham à tona; por exemplo, violência, raiva, traumas e aspectos da sexualidade.
O psicólogo agradeceu e apresentou a primeira prancha para ela. 
Um esqueleto, mandíbulas, um cálice e uma flor.
Primeira prancha do teste de Suzane – Imagem Wikipédia

Seriam as coisas que ela teria respondido. Suzane usou engano nesse teste. Ela pegou  um livro sobre o teste com um advogado e leu-o. A “cola” não está funcionando. O paciente é obrigado a mostrar ao psicólogo o local exato onde afirmou ter encontrado esse tipo de figura. Além disso, eles Além disso, porque o paciente de má-fé responde rapidamente, eles percebem o drible.
Campbell diz que os especialistas a classificam como narcisista, egocêntrica, agressiva e infantilizada. “Um conjunto desses atributos é extremamente perigoso. Ela tapou os ouvidos e nunca chorou enquanto os pais morreram a pauladas com gritos agonizantes.
Ela responde afirmativamente quando é questionada com sentimentos de culpa. No entanto, o motivo do suposto arrependimento torna sua mente confusa. Ela afirma que perdeu a melhor fase de sua vida na cadeia. Eu poderia ter estudado, trabalhado e construído uma vida. Os assassinatos são vistos por Suzane como um prejuízo pessoal.
Michel Belli (Editor-Chefe)
Michel Belli (Editor-Chefe)https://odiariodacidade.com.br
Michel Belli é jornalista, servidor público graduado em Gestão Pública e veterano em Ciência Política. Une experiência sólida em administração pública e comunicação estratégica à atuação jornalística independente, com foco na construção de informação responsável, acessível e alinhada ao interesse coletivo. Criador e diretor do portal O Diário da Cidade, desenvolve projetos voltados à inovação digital, impacto social e fortalecimento comunitário por meio da comunicação transparente e profissional.

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